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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Sob forte esquema de segurança, Jerusalém realiza parada gay

Sob forte esquema de segurança, Jerusalém realiza parada gay

Desfile é um foco de tensão entre a maioria predominantemente secular de Israel e a minoria judaica ultraortodoxa, que se opõe a demonstrações públicas de homossexualidade.

Por G1
 
Participantes se reúnem para participar de Parada do Orgulho Gay, em Jerusalém, nesta quinta-feira (2)  (Foto: Gali Tibbon / AFP)Participantes se reúnem para participar de Parada do Orgulho Gay, em Jerusalém, nesta quinta-feira (2)  (Foto: Gali Tibbon / AFP)
Participantes se reúnem para participar de Parada do Orgulho Gay, em Jerusalém, nesta quinta-feira (2) (Foto: Gali Tibbon / AFP)
Em meio a um forte esquema de segurança de segurança, Jerusalém da realiza nesta quinta-feira (2) a 17ª edição do desfile do Orgulho Gay. Milhares pessoas devem participar desta que deve ser a maior manifestação em defesa dos direitos da comunidade LGBT da história da cidade.
A marcha é um foco de tensão entre a maioria predominantemente secular de Israel e a minoria judaica ultraortodoxa, que se opõe a demonstrações públicas de homossexualidade.
De acordo com o jornal “Times of Israel”, cerca de 2,5 mil policiais foram mobilizados para garantir a segurança do evento, que espera reunir 30 mil pessoas. No ano passado, por volta de 22 mil pessoas participaram do desfile.
A circulação de veículos está proibida no centro da Cidade Santa e, para ter acesso à região da passeata, as pessoas devem passar por uma revista corporal.
O reforço na segurança no desfile aumentou depois que, em 2015, um judeu ortodoxo invadiu a passeata e matou com uma facada um adolescente de 16 anos.
Essa morte criou uma polêmica sobre as medidas de segurança no evento, porque o assassino, Yshai Shlissel, tinha deixado a cadeia poucas semanas antes do crime. Ele tinha ficado preso por ferir três pessoas na parada de 2005.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Nota Oficial - Participação de Israel na 22ª Parada do Orgulho LGBT


Federação Israelita SP por  mailee.me 

4 de jun de 2018 12:49
para eu
  

Nota Oficial - Participação de Israel na
22ª Parada do Orgulho LGBT

A Federação Israelita do Estado de São Paulo, representante da comunidade judaica paulista, registra seu repudio aos manifestos assinados pelo Coletivo LGBT PRISMA e Setorial LGBT do PSOL/SP, além de outras entidades buscando, de forma preconceituosa, deslegitimar a participação do Consulado Geral de Israel na 22ª Parada do Orgulho LGBT, realizada no último domingo, em São Paulo.

Lamentável que em um evento onde se prega a diversidade e o respeito à livre manifestação, se pretenda excluir a única democracia do Oriente Médio que aceita e respeita os grupos LGBT que ali convivem de maneira harmoniosa. Os mesmos que protestam contra a participação do Estado de Israel defendem países que, não apenas proíbem qualquer manifestação LGBT, como torturam e condenam à morte seus adeptos e simpatizantes.

A Parada do Orgulho LGBT tem como objetivo primordial conferir legitimidade e respeito à comunidade LGBT, respeitando a diversidade de gêneros e a opção pessoal de cada indivíduo. Aproveitar o evento para manifestações antissionistas, que nada mais são do que o mais puro antissemitismo, atesta nosso constante alerta contra aqueles que querem a qualquer custo demonizar o Estado de Israel.

Registramos nosso agradecimento aos demais organizadores da 22ª Parada do Orgulho LGBT e aos que apoiaram a participação de Israel que, tal qual a FISESP, condenaram veementemente as manifestações de caráter preconceituoso.
  
 

www.fisesp.org.brFEDERAÇÃO ISRAELITA DO ESTADO
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sábado, 28 de abril de 2018

Aceitar a homossexualidade no judaísmo

Não traduzir automaticamente para o: espanhol

Aceitar a homossexualidade no judaísmo

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caixa de Julius Schnorr von Carolsfeld- Wikipedia
Gustavo Barck
A homossexualidade tem sido debatida há milhares de anos em muitas culturas, como o grego foi aceite sem qualquer vergonha, mas é claro que a cultura grega não é o melhor exemplo a seguir, com o mesmo idólatra e os mesmos invasores que mais tarde tornaram-se os filisteus, também conhecida como "a cidade do mar".
Mas é hora de falar sobre o que nos diz respeito, o nosso povo e tabu homofóbico que muito já foi expandido por milhares de anos por culpa de uma má interpretação da Torá, que até chegou a influenciar mais tarde no cristianismo e no Islã (religiões que não são exemplos a seguir).
Muitos certamente irá pensar, mas como é que permitiu que se eles estão claramente em um dos 613 mandamentos da Torá dita figura um "não cometer sodomia"? Bem, pode ser interessante e ainda mais importante para esclarecer o que é realmente "sodomia". Para começar em qualquer lugar na Torá menciona que o principal pecado foi cometido em Sodoma e Gomorra foi o homossexualismo, na verdade, nunca é mencionado. Os únicos pecados mencionados cometidos pelos sodomitas foi o mau tratamento que teve a estranhos e até mesmo seus próprios cidadãos, sendo uma sociedade extremamente violenta e injusta.
E de prescrever um exemplo que eu poderia citar uma lei que prevaleceu nas cidades, se um homem bateu outro para o ponto onde ele sangrou, a lei determinava que o assassino tinha que dar uma recompensa monetária, de acordo com as crenças daqueles pessoas foi que a perda de sangue estava ajudando saúde. (Um conceito médica muito estúpido, mas até pensou-se na era vitoriana, onde muitas doenças foram tentadas para ser curado através da extração do sangue por sanguessugas). Outra lei que rege Sodoma muito doloroso era para cobrar uma quantia exorbitante para quem queria ficar lá por um curto período de tempo. Os juízes também disse cidades decretou pena de morte a qualquer um que tentou suavemente para um pobre viajante.
Eu poderia continuar com as leis abomináveis ​​que ocorreram em Sodoma e Gomorra, mas gostaria de levar um longo tempo e eu quero ser claro com o que estou tentando expressar. A homossexualidade nunca foi um pecado nessas cidades ou em outros lugares.
Seguindo os exemplos da falta de hospitalidade que foi o verdadeiro pecado de Sodoma e Gomorra é de admirar que, em contraste com estes comportamentos graves mencionados em Gênesis, capítulo 18 e 19, Vayera parsha, o excelente desempenho de Abraão. Quando ele estava sentado fora da sua tenda no calor da tarde conversando com Hashem viu vindo para as três pessoas (anjos) e não hesitou por um momento para cortar sua conversa com Di-s para ajudá-los, pedindo Sara eu vou comprar carne e banha para prepará-los para comer (vale mencionar que na carne de alimentos misturados com produtos lácteos desde o mitzvot da Torá em conjunto com as leis de kashrut ainda não foram estabelecidos) deixando claro que a hospitalidade é uma virtudes do mais amado por Hashem, mostrando-nos, embora nós estamos tendo uma conversa com ele, rezando ou estudando Torah ir para auxiliar os necessitados é muito mais importante, pois desta forma estamos emulando.
O exemplo mais pungente e óbvio da homossexualidade no judaísmo é claramente a relação outro nenhum do que o rei Davi tinha com o filho de Saul, Jônatas. Embora seja claro que não era uma relação homossexual sabe mais do que bom (embora muitos negam empecinen) uma relação bissexual.
David e Jonathan teve um extremamente intenso para negar sentimentos entre eles relacionamento e embora David acabou se casando com a irmã de Jonathan (Desde o casamento entre homens não era algo bem visto e como o rei Davi precisava prole, coisa com outro homem não poderia, nesse momento como se pode no presente) a relação emocional entre eles não desapareceram.
A realidade não pode ser negada, está escrito no livro de Samuel.
"Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas, que me deixou muito doce, mais maravilhoso foi o seu amor do que o amor das mulheres" (2 Samuel 1:26)
Ainda existem várias referências em que os dois compartilharam suas roupas.
<< E Jonathan roupa que estava sobre ele despiu-se e deu a Davi, e as suas vestes, até a sua espada e seu arco e seu cinto. >>
Muitos homofóbico retrogressive normalmente ir para << não se deitar com um homem como se deita para baixo com uma mulher. Isso é uma abominação >>. Levítico 18: 22-24
Mas eu esclarecê-los Você acha que o criador do universo Hashem, D'us de nossos antepassados ​​não s talvez saber que os tempos mudam e que o judaísmo vive em constante reforma? Porque você acha que depois de ler todos parashiot o próximo ano repetimos e de novo e de novo? Porque nem tudo o que foi dito foi aprendido, porque nem tudo o que poderia ser aprendido foi respondida, há sempre algo novo para aprender, algo novo para discutir, debater, embora muitos, especialmente nos setores mais ortodoxos empecinen para fechar sua mentes e se recusam a discutir como eles fizeram nos velhos tempos. Criar e possuir a verdade absoluta, mas a verdade absoluta não existe, tudo é relativo.
Você acha que Hashem nos perguntava, como no momento ele perguntou Saul através de Samuel     << Quando os israelitas saíram do Egito, os amalequitas os tratou muito mal. Então agora eu vou puni-los. Vá, ataque os amalequitas e destruir tudo o que têm. Matar homens, mulheres e crianças, e seus bois, ovelhas, camelos e jumentos. A vida não perdoa ninguém >>?
Mas de qualquer maneira, de volta ao tópico Você acredita que Hashem sabendo que as idades de mudança humanidade, os contextos não são mais os mesmos, de que a humanidade é governada por direitos humanos (embora muitas vezes esses direitos são distorcidos) vai nós para perguntar novamente para aniquilar crianças inocentes e animais ainda mais inocentes? Obviamente que não, adapta-se que mesmo Gd s até os tempos modernos, o que mostra claramente que o judaísmo precisa urgentemente de uma reforma mais inclusivo e aberto. Então, se Hashem nos pediu para emular porque eles se esforçam tanto para ofuscar o amor pode estar entre dois homens, duas mulheres ou entre um judeu e gói da ortodoxia?
Muitos ortodoxos tentar fingir ter a mente aberta para argumentar que a homossexualidade não é pecado, mas os atos homossexuais e as relações carnais são apenas pecadas se o sexo é anal, mas que não é pecado que dois homens praticando sexo oral. Já vi vídeos no YouTube onde rabinos aconselham que para curar a homossexualidade (como se fosse uma doença!) Figos devem ser consumidos todos os dias, este é realmente um absurdo.
E novamente eu atacar com alguns setores do judaísmo que são criadas com o poder de lidar com elas vida para os outros à vontade. Não senhor, não são os únicos a julgar, muito menos querer envolver-se na vida dos outros.
Enquanto eu escrever vários artigos que convidam você a ler onde eu falar sobre o que nós, como judeus estão fazendo certo, errado e o que devemos fazer. Ame o seu próximo como a si mesmo é um deles, sejam um, como Di-s é um é, sem dúvida, um deles.
É hora de mudar e avançar.
PS: eu não leio os comentários feitos aos meus artigos, mas no outro dia eu li um par e eu quero primeiro lugar agradecer a que me felicitar e encorajar a continuar a escrever, ao qual eu respondo, exprésense também não deixou tranquila e esforçar-se para o progresso do nosso povo, não deixe que um grupo radical tentar calá-los. Em segundo lugar, dirijo-me aos que me e insultar criticar sem argumentos válidos e quero que você saiba que mais tentativas para intimidar e silenciar me vai continuar me expressar livremente, em nome do meu judaísmo, a Torá e Hashem, vou continuar assistindo e lutando até o dia da minha morte todos os judeus que marginalizados pessoas como você não lhes dá lugar para falar.
Em terceiro lugar, quero felicitar e agradecer aos gerentes do jornal Aurora por me dar esta oportunidade de me expressar livremente. Shalom ubrajá.



quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

NETANYAHU E A PARADA GAY

Posted: 17 Jan 2018 12:33 PM PST
   

Resultado de imagem para Israel Gay

Alguns direitistas fanáticos enxergam Israel como bastião do conservadorismo ocidental no Oriente Médio. Apesar disso nós, ao longo dos últimos anos, noticiamos como os judeus tem se tornado propulsores do movimento gay no ocidente. Perante tais fatos quem ainda insiste nessa falácia de Israel como bastião moral ou está no rol do ignorantes ou dos maliciosos, a ponto de ser necessário furar olhos e ouvidos para não enxergar a realidade. 

Sobre isso vejam e leiam o recente pronunciamento de Netanyahu:


"Benjamin Netanyahu - sobre a comunidade LGBT em Israel: "alguns setores da nossa sociedade não estão preparados para aceitar a comunidade LGBT, mas a dignidade, o respeito, e a aceitação são os valores que triunfarão. Não há espaço para a intolerância em Israel". Jabotinsky estaria orgulhoso: um Estado judaico, democrático e com valores liberais". 

O vídeo do pronunciamento de Netanyahu pode ser visto aqui: https://www.facebook.com/DireitaForte/videos/1180903925345603/





 Perante tudo isso não se esqueçam daquele candidato a presidência do Brasil em 2018 que pretende vencer o Kit Gay em nosso país ao mesmo tempo que vai buscar apoio em Israel para a sua candidatura. Vocês acreditam mesmo que tal figura, na medida em que se liga a um poder judaico que promove a causa LGBT, pode nos ajudar a vencer o lobby sodomita? 

domingo, 13 de março de 2016

Forças Armadas Israelenses incentivam tolerância ao homossexualismo

Forças Armadas Israelenses incentivam tolerância ao homossexualismo















A foto acima foi tirada em Israel, e divulgada pelas Forças Armadas daquele país no contexto da campanha de combate à homofobia na instituição: “Em homenagem ao Dia Internacional contra a Homofobia (17 de maio), vamos observar os esforços contínuos da IDF (Israel Defence Forces) para aumentar a tolerância e a igualdade aos militares homossexuais”:




Em homenagem ao Dia Internacional contra a Homofobia, comemorado hoje (17 de maio) em todo o mundo, as Forças Armadas de Israel orgulham-se das etapas progressivas que tem levado à integração de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) militares, se destacando em relação a outras forças armadas em todo o mundo.
O Comando das nossas Forças Armadas se comunica permanentemente com a comunidade homossexual, de modo a entender melhor os problemas que soldados homossexuais enfrentam durante o processo de recrutamento e serviço militar, abordando estas questões, e garantindo que as Forças Armadas sejam um ambiente de aceitação para os soldados homossexuais. Temos feito progressos inovadores ao longo do tempo, mas ainda estamos tentando melhorar progressivamente as condições do serviço militar de soldados gays.
Grande exemplo de posicionamento institucional alinhado com o respeito às diferenças, prevenindo manifestações discriminatórias contra homossexuais. Difícil não recordar do caso em que um casal de sargentos do Exército Brasileiro alegaram ameaças e retaliações a sua sexualidade nas Forças Armadas.
Que as polícias brasileiras sigam o exemplo de Israel…
















exercito-israelense-garante-direitos-de-homossexuais

O Exército de Israel tem em uma de suas características menos conhecidas o papel de impulsionador dos direitos de homossexuais, lésbicas e transexuais que fazem parte da corporação, estando à frente da sociedade.   Considerado um dos mais poderosos no campo de batalha e em capacidade tecnológica, o Exército israelense (Tzahal) está entre os pouco mais de 20 no mundo que permitem que homossexuais assumidos sejam militares.   Nos últimos anos, associações de gays, lésbicas e transexuais dividem conferências e organizam oficinas para que desde o recruta recém-convocado até o comandante saibam quais são os principais problemas enfrentados pelos membros da comunidade dentro do Exército.   "Nosso trabalho é mudar todo tipo de preconceito por meio da educação. Costumamos falar sobre experiências pessoais e damos orientação profissional a soldados e comandantes", explica à Agência Efe Yael Rabhon, diretora da organização "Hoshen" (Educação e Mudança), que coopera com as Forças Armadas em um projeto piloto.   Dentro do Exército de Israel, os homossexuais vivem uma situação ambivalente, pois, nos últimos anos, cada vez mais jovens e militares de carreira decidem assumir sua opção sexual ao contar com o apoio da legislação militar, que proíbe expressamente e pune todo tipo de discriminação.   No entanto, a homofobia ainda persiste em um estamento caracterizado pela demonstração da força, pela virilidade e outros estereótipos.   "A situação varia de acordo com a unidade em que se serve. Cada vez mais as pessoas estão abertas em relação aos homossexuais, mas ainda existem medos e muita ignorância", contou à Efe um soldado de 21 anos que trabalha em uma unidade de documentação.   Este jovem prefere esconder seu homossexualismo dos companheiros, mas reconhece que "são casos isolados os que têm problemas por sua condição".   Avner Dafni, diretor da organização de gays, lésbicas e transexuais Camoni-Camoja, revelou à Efe um caso em que soldados homossexuais foram agredidos por seus companheiros em uma operação em território ocupado palestino.   "Isto não foi divulgado porque as vítimas vieram até nós e preferiram que o Exército resolvesse isso diretamente. Falamos com os comandantes e os agressores pagaram pelo que fizeram", acrescenta.   Em Israel, os homossexuais não podem se casar, pois a ortodoxia judaica, que contempla apenas a união heterossexual, domina a legislação matrimonial.   No entanto, o Exército é a primeira instituição a permitir que casais gays se registrem como tais e tenham os mesmos status e direitos de um heterossexual casado na hora de receber assistências sociais e econômicas, diz Amit Lev, porta-voz da organização Open House, que organiza a Parada do Orgulho Gay em Jerusalém.   Leve-se conta o caso de um alto comandante que morreu em 1996 de câncer e cujo companheiro recebeu os mesmos direitos que o Exército dá a uma viúva nestas circunstâncias.   A instituição ainda permite que as pessoas que decidem mudar de sexo completem o processo dentro das Forçar Armardas.   "Se você é transexual e começa a transição dentro do Exército, então pode mudar de unidade e se apresentar com o gênero que sente que tem", afirma Dafni.   Em Israel, os homossexuais nunca foram proibidos formalmente de prestar serviço militar, até porque o recrutamento é obrigatório - tanto para homens quanto para mulheres -, embora antes de 1980 os militares conhecidamente gays fossem destituídos.   Em 1983, foi regulamentada pela primeira vez a integração deles ao Exército, mas não seu acesso a postos destacados na inteligência.   Uma década depois, o primeiro deputado abertamente gay, Uzi Eben, revelou que foi destituído do cargo de oficial e foi impedido de ter acesso a determinados conteúdos dentro da inteligência militar devido à sua condição sexual.   Seu depoimento no Parlamento em 1993 provocou uma tempestade política e forçou o Exército a mudar as práticas restritivas aos homossexuais, que, desde então, percorreram um longo caminho em defesa de seus direitos nas Forças Armadas de Israel.