INCLUSÃO NA DIVERSIDADE SEXUAL

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Homossexualidade e Espiritismo

Homossexualidade e Espiritismo

Enviado em 31 de agosto de 2016 | No programa: Diálogos Médicos | Escrito por Marcelo Saad | Publicado por Vanessa Cavalcanti 

Este texto foi escrito baseado no programa Diálogos Médicos de 26/07/2016. Neste programa, discutimos uma matéria da Folha Espírita relacionada ao tema. Sabemos que, de modo geral, a sexualidade tem tabus que atravessam os tempos e as culturas.
Dois homens de costas olhando pela janela

A aversão à homossexualidade é um destes tabus, algo que não passa por explicações lógicas. Clinicamente, a homossexualidade já foi catalogada no passado como um distúrbio. Hoje, ela não é considerada uma doença, e sim uma preferência. Em uns poucos países, a homossexualidade ainda é crime; em alguns outros, as hostilidades contra homossexuais ficam impunes por uma omissão das autoridades.
No campo religioso, alguns grupos cristãos radicais baseiam-se em uma passagem bíblica (Levítico 18:22) para condenar a homossexualidade: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é”.
De fato, este preceito está no Antigo Testamento, mas o que estes grupos ignoram é que ali existem 613 mandamentos. Quem respeita todos estes preceitos são os judeus observantes ultra-ortodoxos. Alguns exemplos incluem: não comer misturas de leite e carne (Êxodo 23:19); não andar fora dos limites da cidade no Shabat (Êxodo. 16:29); os homens não devem raspar a barba com uma navalha (Levítico 19:27). Assim, alguém que faça a barba para viajar ao litoral no sábado para comer um cheeseburger já estará infringindo três mandamentos. E mesmo havendo uma objeção à homossexualidade no Antigo Testamento, não existe um mandamento incitando a perseguição àqueles que não o seguem.
Na prática cristã, se há conflito entre preceitos do Antigo com os do Novo Testamento, este último é prioridade. O cristão, quando em dúvida, deve perguntar o que Jesus faria. Podemos imaginar que Jesus poderia até mesmo acolher um homossexual como seu seguidor. Jesus aproximou-se de pecadores, prostitutas, coletores de impostos. Não condenou a adúltera, que havia sido sentenciada à morte por apedrejamento. Jesus defendia um caminho alternativo à estrita obediência à Lei, com a caridade como prioridade. Isto irritava os fariseus, o que culminou com o complô que resultou na crucificação de Jesus. Assim, alguém que siga cegamente o Velho Testamento está agindo como os fariseus.
Grupos espíritas que não permitam a aproximação de homossexuais nos trabalhos da casa espírita desconhecem que não há objeção doutrinária à integração destas pessoas nestas atividades.
No Espiritismo há referências vagas à homossexualidade, até porque suas principais obras guia são de outros tempos. Algumas citações ajudam a elucidar a situação espiritual na homossexualidade. Andre Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, cita que o Espírito não tem gênero. O corpo perispirítico se apresentará conforme a sua vida íntima o determine, refletindo a feição determinada por seu psiquismo.
O corpo físico vai mudando de gênero a cada nova encarnação. Algumas vezes, o Espírito reencarna na forma invertida à predominante em seu estado mental, por prova ou tarefa. Neste caso, o Espírito ainda se identifica com o gênero da encarnação passada, que pode não ser o mesmo da atual.
Mesmo considerando esta dissonância espiritual, a literatura espírita nunca cita a homossexualidade como algo patológico ou reprovável, que precise de modificação forçada. Os religiosos radicais que acreditem que perversões reprováveis seriam característica de homossexuais são incapazes de enxergar que heterossexuais podem ter comportamentos ainda mais degradantes.
Concluindo, não há argumento religioso que justifique hostilidade e perseguição aos homossexuais. O Espiritismo apenas estará na vanguarda da transformação da humanidade quando seus representantes forem capazes de agir como verdadeiros cristãos.

Foto ilustrativa: freepik.com
Tags: heterossexual, homossexual, hostilidades, opção sexual, perseguição, sexualidade

Marcelo Saad

Médico, Presidente da Associação Médico Espírita de São Paulo – AME/SP. Colabora com palestras em diversas entidades espíritas.
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domingo, 13 de março de 2016

exercito-israelense-garante-direitos-de-homossexuais

O Exército de Israel tem em uma de suas características menos conhecidas o papel de impulsionador dos direitos de homossexuais, lésbicas e transexuais que fazem parte da corporação, estando à frente da sociedade.   Considerado um dos mais poderosos no campo de batalha e em capacidade tecnológica, o Exército israelense (Tzahal) está entre os pouco mais de 20 no mundo que permitem que homossexuais assumidos sejam militares.   Nos últimos anos, associações de gays, lésbicas e transexuais dividem conferências e organizam oficinas para que desde o recruta recém-convocado até o comandante saibam quais são os principais problemas enfrentados pelos membros da comunidade dentro do Exército.   "Nosso trabalho é mudar todo tipo de preconceito por meio da educação. Costumamos falar sobre experiências pessoais e damos orientação profissional a soldados e comandantes", explica à Agência Efe Yael Rabhon, diretora da organização "Hoshen" (Educação e Mudança), que coopera com as Forças Armadas em um projeto piloto.   Dentro do Exército de Israel, os homossexuais vivem uma situação ambivalente, pois, nos últimos anos, cada vez mais jovens e militares de carreira decidem assumir sua opção sexual ao contar com o apoio da legislação militar, que proíbe expressamente e pune todo tipo de discriminação.   No entanto, a homofobia ainda persiste em um estamento caracterizado pela demonstração da força, pela virilidade e outros estereótipos.   "A situação varia de acordo com a unidade em que se serve. Cada vez mais as pessoas estão abertas em relação aos homossexuais, mas ainda existem medos e muita ignorância", contou à Efe um soldado de 21 anos que trabalha em uma unidade de documentação.   Este jovem prefere esconder seu homossexualismo dos companheiros, mas reconhece que "são casos isolados os que têm problemas por sua condição".   Avner Dafni, diretor da organização de gays, lésbicas e transexuais Camoni-Camoja, revelou à Efe um caso em que soldados homossexuais foram agredidos por seus companheiros em uma operação em território ocupado palestino.   "Isto não foi divulgado porque as vítimas vieram até nós e preferiram que o Exército resolvesse isso diretamente. Falamos com os comandantes e os agressores pagaram pelo que fizeram", acrescenta.   Em Israel, os homossexuais não podem se casar, pois a ortodoxia judaica, que contempla apenas a união heterossexual, domina a legislação matrimonial.   No entanto, o Exército é a primeira instituição a permitir que casais gays se registrem como tais e tenham os mesmos status e direitos de um heterossexual casado na hora de receber assistências sociais e econômicas, diz Amit Lev, porta-voz da organização Open House, que organiza a Parada do Orgulho Gay em Jerusalém.   Leve-se conta o caso de um alto comandante que morreu em 1996 de câncer e cujo companheiro recebeu os mesmos direitos que o Exército dá a uma viúva nestas circunstâncias.   A instituição ainda permite que as pessoas que decidem mudar de sexo completem o processo dentro das Forçar Armardas.   "Se você é transexual e começa a transição dentro do Exército, então pode mudar de unidade e se apresentar com o gênero que sente que tem", afirma Dafni.   Em Israel, os homossexuais nunca foram proibidos formalmente de prestar serviço militar, até porque o recrutamento é obrigatório - tanto para homens quanto para mulheres -, embora antes de 1980 os militares conhecidamente gays fossem destituídos.   Em 1983, foi regulamentada pela primeira vez a integração deles ao Exército, mas não seu acesso a postos destacados na inteligência.   Uma década depois, o primeiro deputado abertamente gay, Uzi Eben, revelou que foi destituído do cargo de oficial e foi impedido de ter acesso a determinados conteúdos dentro da inteligência militar devido à sua condição sexual.   Seu depoimento no Parlamento em 1993 provocou uma tempestade política e forçou o Exército a mudar as práticas restritivas aos homossexuais, que, desde então, percorreram um longo caminho em defesa de seus direitos nas Forças Armadas de Israel.
Postado por ALEJANDRO CARNEVALE às 16:30 Nenhum comentário:
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quinta-feira, 28 de maio de 2015

evangélicos mostram o crescimento das igrejas inclusivas

Comunidade no Facebook reúne 4 mil gays evangélicos e mostra crescimento das igrejas inclusivas

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 26 de maio de 2015 
Tags: Anna Virginia Balloussier, Bíblia Comentada Graça sobre Graça, Bíblia Sagrada, Homossexualidade, Igreja Cristã Contemporânea, igrejas inclusivas, Marcos Gladstone, Namoro Evangélico LGBT, pastor fabio inacio,pastor marcos gladstone, Pecado
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Comunidade no Facebook reúne 4 mil gays evangélicos e mostra crescimento das igrejas inclusivas
As igrejas inclusivas, que se dedicam a congregar homossexuais sem pregar contra a prática, vêm crescendo ano após ano no Brasil. Uma amostra disso é uma comunidade no Facebook que reúne 4 mil membros.
A ideia do grupo virtual chamado Namoro Evangélico LGBT é proteger gays e lésbicas contra “mundo lá fora”. Um dos participantes, Douglas dos Santos, 18 anos, se apresenta como um gay evangélico pentecostal.
“Já falaram que eu ia à igreja só por interesse pelo pastor e pelos irmãos”, afirmou Douglas, em entrevista à jornalista Anna Virginia Balloussier, do jornal Folha de S. Paulo.
O jovem frequentador da Assembleia de Deus por muito tempo ouviu que precisava ser liberto, e para isso fazia jejum até de chocolate: “Diziam que se eu jejuasse seria liberto, que [ser gay] era coisa da carne”, contou.
Ao contrário da maioria dos homossexuais assumidos, ele não se sentiu bem em uma igreja inclusiva: “Não tinha o fervor que eu precisava”, afirmou Douglas, que voltou a frequentar os cultos de uma igreja pentecostal.
Já para Simone da Silva, 43 anos, e Márcia Inocêncio, 55 anos, aconteceu justamente o contrário. Como sentiam-se reprimidas em igrejas tradicionais, buscaram um lugar em que se ajustassem e passaram a frequentar a Igreja Cristã Contemporânea (ICC), do casal de pastores gays Marcos Gladstone, 39 anos, e Fábio Inácio, 35 anos (foto).
Simone, mãe de três filhos, sentia-se “ferida por tantas agressões” sofridas em relacionamentos heterossexuais, até que passou a namorar mulheres. Conheceu Márcia, que era frequentadora de uma igreja tradicional, e ouviu do pastor que “tinha que ser Adão e Eva, não Eva e Eva”.
“Fiquei murcha por dentro. Não é possível que Jesus não ame a gente”, afirmou Simone. Márcia, que se esforçava para não externar sua orientação, disse que não se sentia bem na igreja: “Era dificultoso disfarçar [sua orientação sexual]. Procurava sempre fazer escova no cabelo. Camiseta, jamais”, contou.
A frustração das duas as levaram a encontrar a igreja inclusiva de Gladstone e Inácio, que atualmente tem nove templos, espalhados por São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, e três mil membros.
A pregação de ambos é que a Bíblia deve ser interpretada conforme a época que está sendo lida, e argumenta que a passagem de Levítico que considera a homossexualidade como “abominação” como algo que ficou no passado: “A mesma passagem diz que você não pode comer carne de porco, tocar na mulher durante seu ciclo e fazer a barba”, observou Gladstone.
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Nos cultos da ICC, mulheres tocam vestidas de terno e gravata, e homens usam camisas brilhantes enquanto dançam com guarda-chuvas coloridos, como num espetáculo de frevo. As celebrações atraem os homossexuais e suas mães e amigos.
Em breve, o casal de pastores gays vai lançar uma versão da Bíblia, comentada, chamada “Graça sobre Graça”, com explicações sobre a homossexualidade, o racismo e o preconceito contra mulheres.

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terça-feira, 26 de maio de 2015

ISRAEL EM SÉTIMO LUGAR NO ÍNDICE DE FELICIDADE GAY NO MUNDO

Israel, em sétimo lugar no índice de felicidade Gay NO mundo

Israel é o mais feliz para os homens gays do mundo, de acordo com uma pesquisa online com 115 mil homens gays em 127 países sétimo.
2015 Happiness Index Gay Islândia coroado como o país mais feliz para sua população gay, seguido pelas nações nórdicas Noruega, Dinamarca e Suécia. Uganda é o último da lista. O Reino Unido está classificado como o 23, e os Estados Unidos no dia 26.
A pesquisa, uma colaboração entre a rede e os pesquisadores PlanetRomeo gays na Universidade Johannes Gutenberg de Mainz, na Alemanha, cada país medido pela forma como os entrevistados percebem sua sociedade como a sua tolerância a eles, assim como experiências individuais homofobia.
Ao todo, 27 dos 30 países com classificação mais baixa estão na África e no Oriente Médio; os outros três são nos Balcãs.
África é o lar de três países
Uganda, 127, seguido por Sudão e Etiópia, mundo mais infeliz para homens gays.
Kuwait, na posição 62, é o mais feliz dos homens homossexuais no Oriente Médio, seguido por Qatar (68) e Turquia (82) segundo país.
Iraque é classificada como 123, 121 Irã e Egito, sob o governo secular, 115. Palestina, Síria, Iêmen e Bahrein não foram incluídos. (O relatório explica que por razões estatísticas, apenas os países com pelo menos 20 inquiridos no índice).
Na Ásia, a Tailândia é o mais feliz homens homossexuais (16) país. China classificou 63 e Índia 81.
Quase todos os gays israelenses estão "fora do armário"
Com base nas respostas dos seus 337 inquiridos, Israel obteve a classificação de 71 100, ganhando seus melhores notas na seção "satisfação com a vida" (74). Em outras medições, 86% dos homens gays israelenses pesquisados ​​relataram estar bem com sua família, enquanto 37% relataram sofrer violência verbal, agressão física e 9%.

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PASTORA AFIRMA QUE INTOLERÂNCIA DE CRISTÃOS É A PRINCIPAL CAUSA DA VIOLENCIA CONTRA HOMOSSEXUAIS

Pastora afirma que intolerância de cristãos é a principal causa de violência contra homossexuais

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 23 de maio de 2015
Tags: 12º Seminário LGBT do Congresso Nacional, ativistas gays, Conic, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, deputada Maria do Rosário, deputado federal jean wyllys, Homossexualidade, Intolerância Religiosa, Maria do Rosário, padre Wagner Ferreira da Silva, pastora Romi Bencke, Raquel Recuero, Seminário LGBT do Congresso Nacional
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Pastora afirma que intolerância de cristãos é a principal causa de violência contra homossexuais
A pastora Romi Bencke, da Igreja Luterana e secretária-geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), participou do 12º Seminário LGBT do Congresso Nacional.
A edição desse ano, com o tema “Nossa vida d@s outr@s – A empatia é a verdadeira revolução”, contou com a presença dos deputados Maria do Rosário (PT-RS) e Jean Wyllys (PSOL-RJ); além do padre Wagner Ferreira da Silva; e a pesquisadora Raquel Recuero, da Universidade Católica de Pelotas; dentre outros.
Romi Bencke afirmou que a grande causa da violência contra homossexuais é a intolerância religiosa, em especial a promovida por setores da comunidade cristã: “Essa intolerância nos mostra a falta da abertura para estabelecer um diálogo saudável entre tradição e o processo de modernização. A falta de diálogo faz com que a própria religião fique fora do tempo”, criticou.
Para ela, o projeto 6583/13, chamado de Estatuto da Família, é uma proposta de estabelecimento da visão religiosa acima das demais, limitando o diálogo. Bencke comparou-o com o projeto apelidado de “cura gay” e à redução da maioridade penal, ou ainda à idealização da mulher como mãe por aqueles que se opõem ao aborto.
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“A base da intolerância está na dificuldade do reconhecimento no outro. É uma arrogância identitária”, avaliou a pastora, que acusa a “extrema direita” no Brasil de usar a religião como plataforma de promoção de suas ideias conservadoras de mundo, segundo informações do site da Câmara.
O padre Silva, responsável pela diocese de Lorena (SP), disse que a expressão de ódio nas redes sociais é um dos sintomas de violência contra os diferentes. O líder católico parafraseou papas par afirmar que a paz corre perigo quando a dignidade humana não é respeitada e quando a convivência não prioriza o bem comum: “A violência é o mal, é inaceitável como solução para os problemas”, disse, lembrando que o uso da violência em nome da fé é uma distorção dos princípios religiosos.
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terça-feira, 12 de maio de 2015

O OBJETIVO DESTE BLOGGER

É pela igualdade de direitos civis dos Heterossexuais,gays,lésbicas ,bissexuais,travestis e transformistas.
Independente de raça ,sexo ,cor ,condição social e religião ;independente de ser agnóstico,ateu ou de qualquer religião
Postado por Unknown às 13:46 Um comentário:
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